Os meus clássicos favoritos

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Penso que já deixei explicito que uma das minhas mais recentes paixões são os livros clássicos. Tenho tido experiências de leitura maravilhosas e conhecido personagens que vão ficar na minha memória para sempre. A verdade é que tenho andado a preparar posts especiais sobre a literatura clássica, mas hoje venho apenas partilhar convosco as minhas obras preferidas que são consideradas clássicas.

  • Os Maias, Eça de Queirós

Como já contei várias vezes, foi com a leitura de Os Maias que fiquei  motivada a conhecer mais livros clássicos e de autores portugueses. Este é um dos livros da minha vida e recordo com muita ternura toda a história e com muitas saudades as minhas personagens preferidas. Foi com esta leitura que perdi o preconceito com os clássicos e que conheci um dos meus autores favoritos de sempre: Eça de Queirós.

 

  • Capitães da Areia, Jorge Amado

Este também é um dos livros da minha vida escrito por um dos meus autores favoritos de sempre. Li e reli este livro inúmeras vezes, e é incrível como retenho mais detalhes e percepções diferentes a cada leitura. Esta obra aborda temáticas muito fortes como o abandono de crianças e a crueldade e hipocrisia da sociedade, mas transmite também valores muito dignos como a amizade, a lealdade e a liberdade. Podem ler este post com a minha opinião mais detalhada.

 

  • A Metamorfose, Franz Kafka

Esta obra foi muito importante para mim. Foi a primeira vez que li um livro bizarro e estranho, que me colocasse várias questões ao mesmo tempo e a mente repleta de pensamentos e reflexões. Sem dúvida, que é um livro indicado para releituras e discussões. A trama em si é bastante simples, mas as mensagens que o autor quis transmitir entre as linhas são muito mais complexas. Um grande clássico, com um começo emblemático. Leiam este post para saberem mais pormenores.

 

  • Lolita, Vladimir Nabokv

Se falarmos em começos emblemáticos e leituras perturbadoras, temos que falar obrigatoriamente de Lolita. Já tinha abandonado várias vezes este livro. A escrita parecia-me demasiado difícil, mas a verdade é que eu não tinha a maturidade para esta leitura. O ano passado, consegui finalmente ler esta obra completa, sem pausas, e o que antes me assustava transformou-se no motivo de admiração. A escrita do autor é linda, delicada e lírica, o que acaba por contrastar com as horríveis temáticas que aborda: pedofilia e obsessão. Vejam este video para conhecerem a minha opinião. Resultado de imagem para lolita livro

 

  • O Som e a Fúria, William Faulkner

O Som e a Fúria foi a primeira leitura do ano e fiquei completamente encantada. Adoro histórias de famílias, mas o que mais me fascinou neste livro foi a forma como é narrado. O autor divide a obra em quatro partes, sendo cada uma das partes narrada é por um membro da família. Cada parte é peculiar e narrada de uma maneira muito própria, enfatizando o carácter de cada personagem. Além disto, a obra é um autentico puzzle. Inicialmente, não conseguimos desvendar todos os segredos, mas com o decorrer da história vamos juntando as peças e entender que a família Compson era muito problemática. Tem video de opinião no canal.

 

  • A Casa dos Espíritos, Isabel Allende

Se falamos de histórias de família, não nos podemos esquecer do maravilhoso A Casa dos dos Espíritos. Esta é uma obra que tem tudo e mais alguma coisa: trama em constante evolução, personagens fortes, contexto histórico e politico e um pouco de misticismo. Vejam este video, deixem-se convencer e leiam este livro. Não se vão desiludir!!

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  • Crime e Castigo, Fiodor Dostoevsky

Com este livro, cheguei à conclusão que se é literatura russa é bom. Fiquei encantada com o desenvolvimento das personagens e a forma como o autor explora uma mente perturbada e doente, de uma forma simples e realista. Este foi o livro que li mais recentemente desta lista, e por esse motivo, sinto que ainda não assimilei totalmente esta história. Preciso de mais tempo para conseguir falar mais sobre esta obra incrível.

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E vocês, tem o hábito de ler clássicos? Já leram algum destes que mencionei? Quais são os vossos preferidos?

Melhores livros do primeiro semestre de 2019

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À medida que vamos crescendo, vamos tendo a sensação que o tempo passa muito depressa. Lembro-me das férias de verão da minha infância parecerem uma eternidade e agora três meses parecerem duas semanas. 2019 está a passar demasiado rápido! Daqui a pouco estamos em dezembro e eu nem dei conta.

Em termos de leituras, estou a ter um ano muito especial. Estou arriscar em livros de géneros e autores fora da minha zona de conforto, e tenho ficado muito surpreendida com o quanto tenho gostado dessas leituras. Caso não se recordem, em janeiro, fiz uma lista de 12 clássicos que queria ler este ano. Esse projeto pessoal está a ser realizado num ritmo lento, mas tenho percebido que isso não é tão importante, visto que tenho lido outros clássicos e obras com grande valor literário. Assim, decidi partilhar convosco os melhores livros lidos no primeiro semestre de 2019.

  • Som e a Fúria, William Faulkner

Este foi o primeiro livro lido, incentivado pela minha participação no Clube dos Clássicos Vivos. Foi uma leitura complicada, mas muito prazerosa, pois conheci de uma maneira muito invulgar a história de uma família desfeita por diversos motivos. Aqui podem ver o meu vídeo de opinião e saberem mais detalhes da história.

  • A Muralha do Gelo, George R.R. Martin

Sem sombra de dúvidas, a melhor continuação que li. Fiquei completamente viciada nesta trama e com uma enorme ressaca literária quando o terminei.

  • Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley

Como sabem, adoro distopias clássicas e depois de ter lido 1984 decidi que iria ler todos os livros deste género. Mais uma vez, incentivada pelo Clube dos Clássicos Vivos, fiz esta leitura maravilhosa. Aqui temos uma obra muito original e completamente fora da caixa. Recomendo vivamente a quem aprecia este género literário.

  • Obras Completas de Maria Judite De Carvalho I

Maria Judite de Carvalho tornou-se das minhas autoras favoritas. Estes contos continuam comigo até hoje e eu nunca tinha lido uma obra tão intensa e deprimente. Vejam este meu video para saberem mais do que eu achei desta leitura.

  • Os da Minha Rua, Ondjaki

Aqui temos uma grande recomendação da Mar. Se não fosse ela, eu não teria lido este livro. Esta é uma obra de contos que se baseiam na infância e adolescência do autor. É maravilhoso viajar por Angola através de imagens, sons e cheiros que o autor descreve de uma forma simples mas eficiente. É uma obra de muito amor e nostalgia.

Já leram alguns destes livros? Quais são os livros que marcaram a vossa primeira metade de 2019?

5 motivos para ler Os Maias de Eça de Queirós

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Os Maias é uma obra de Eça de Queirós implementada no Plano Nacional de Leitura e no Plano Curricular de Português do 11ºano, além de ser considerada uma das melhores obras portuguesas de todos os tempos. Porém, a maior parte dos alunos assusta-se com o volume da obra e acaba por não a ler e apreciar. Enquanto estudante, fiz parte dessa maioria, mesmo adorando ler. Tal como aconteceu com muitas pessoas, não consegui ultrapassar os primeiros capítulos que me enfadaram imenso e o tamanho enorme do livro não foi um ponto a favor à continuação da leitura.

Por ironia do destino, li este livro com a Mar no verão do ano passado, precisamente quando acabei o secundário. Não vou mentir. O primeiro capítulo aborreceu-me e deu-me sono. Sinceramente, acho que não desisti logo porque tinha a leitura conjunta com a Mar e ainda bem que assim foi. Os Maias tornou-se um dos livros da minha vida ao ponto de continuar a ser difícil para mim exprimir o tanto que adoro este livro! Só vos posso dizer que mal o terminei, tive vontade de o recomeçar e senti muitas saudades da história e das personagens.

Quando me dizem que ler os resumos da história bastou para fazerem o secundário, eu sinto uma sensação de desilusão e tristeza bizarra. Sinto-me na obrigação de defender uma obra que tanto admiro e de incentivar a sua leitura. Acredito que a maior parte das pessoas iam adorar tanto quanto eu, caso dessem uma oportunidade e persistissem um bocadinho no início da leitura. Como tal, decidi trazer-vos este post com 5 motivos para lerem Os Maias de Eça de Queirós.

  • Fazemos uma grande viagem ao sec XIX.
    Como sabem, os Maias representam um estilo literário denominado realismo e como o próprio nome indica, a ação é narrada o mais realista possível de forma a fazer um retrato fiel da época. Ler esta obra é como se entrássemos numa máquina do tempo e víssemos com os nossos próprios olhos o encanto do século XIX.

 

  • Existem partes muito caricatas. 
    Eça de Queirós revela um humor negro e sarcástico estupendo. Este humor aparece não só diretamente na ação através de situações desencadeadas pelos personagens, como também nos diálogos repletos de ironia e expressões de duplo sentido. Acreditem, vocês vão-se divertir!

 

  • Existe uma grande variedade de personagens.
    Querendo ou não, Eça de Queiroz fez o retrato da sociedade portuguesa no século XIX, o que implica inevitavelmente dar expressão a vários estereótipos. Existindo imensas personagens com caracteres totalmente diferentes é impossível não nos identificarmos ou  gostarmos em particular de algum. No meu caso, sou apaixonada pelo maravilhoso João da Ega, que é considerado por alguns como uma versão irónica do própria Eça de Queirós.

 

  • Esta é uma obra muito à frente do seu tempo.
    Além de todas as riquezas a nível literário, Os Maias expõem temas que não eram abordados naquela época, tais como: incesto, adultério, influência da educação na vida adulta, crise financeira, prostituição e a hipocrisia de uma sociedade regida pelas aparências. Atualmente, alguns destes temas são abordados com muita naturalidade, porém naquela época não era bem assim. É muito interessante ver como se tentava lidar com todas estas questões, simplesmente ignorando o facto que existiam. Além do mais, o autor é um critico feroz da sociedade e dos seus costumes conservadores e antiquados.

 

  • Uma obra intemporal que descreve aspetos da nossa sociedade atual.
    Muitas coisas mudaram (e ainda bem) mas outras não. Se lerem este livro e prestarem atenção a alguns detalhes, percebem que grande parte dos problemas descritos são muito atuais. É curioso como dois séculos de diferença entre a publicação da obra e os tempos atuais permitiram uma grande evolução a nível cientifico e tecnológico. Porém, o mais importante- os valores- não foram alterados, o que indica que ainda temos muito para evoluir. Na minha opinião, o grande problema é ainda vivermos em função das aparências, é o queremos parecer e ter em vez de queremos ser.

 

Além de todos estes pontos positivos, devem ler este livro para conhecerem uma das histórias mais emblemáticas da literatura. Dêem uma oportunidade a este calhamaço!

Espero ter-vos convencido!
Boas leituras!

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Opinião: Contos Exemplares, Sophia de Mello Breyner Andersen

Ora o homem não é só matéria: é espírito também. Mas o nosso tempo só vê os problemas materiais.

Confesso que ia com grandes expectativas para esta leitura, pois Sophia de Mello Breyner foi a minha primeira paixão literária. Talvez seja por isso que estou tão desiludida com o término da leitura.

Como é de esperar num livro de contos, há sempre contos que consideramos mais interessantes do que outros. Gostei bastante do Jantar do Bispo; “Retrato da Mónica” e “O Homem”, porém nenhum deles me tocou particularmente e tenho a certeza que não vão ficar na minha memória por muito tempo. O grande problema é que nem os contos que mais gostei me cativaram como era suposto. Aliás, não posso dizer que estes contos foram os meus favoritos da obra, apenas foram os que menos me aborreceram e desagradaram.

Os restantes contos não me disseram absolutamente nada e houve alguns que me entediaram muito, fazendo com que cinco páginas fossem um suplício de se lerem (principalmente os contos “Gaspar; “Melchior” e “Baltazar”.)

Como já referi, Sophia de Mello Breyner é das minhas autoras preferidas desde sempre, no entanto, esta obra não funcionou comigo, de modo que a classifiquei com 2,5🌟. Ainda me resta ler a obra poética da autora que com certeza me vai agradar mais.

E vocês já leram esta obra? Que acharam?

Autores portugueses que quero conhecer

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Este ano, decidi que ia ser diferente. Decidi que ir ler livros que me desafiassem como leitora e até como pessoa; livros que exigissem mais concentração e que me tirassem da minha zona de conforto. Sem me aperceber, mentalmente, encaixava obras portuguesas nestes requisitos. Em janeiro, foi com uma grande surpresa e alegria que vi o projeto da Patricia, chamado Lusiteratura, que consistia em todos os meses, lermos dois livros de autores portugueses que se enquadrassem em categorias sorteadas. Fiquei entusiasmadissima e propus-me a conhecer grandes autores do nosso país.

Já tinha tido contacto com alguns autores, entre eles: Sophia de Mello Breyner; Maria Teresa Maia Gonzalez; Francisco Salgueiro; Eça de Queiroz; Camilo Castelo Branco; Vergílio Ferreira, mas faltavam muitos mais! Entretanto, já conheci a escrita de João Tordo; Afonso Reis Cabral; Mário Zambujal e Maria Judite De Carvalho. Curiosamente, parece que quanto mais leio os nossos mais vontade tenho de conhecer mais! Por isso, hoje venho partilhar convosco uma lista de autores portugueses que por algum motivo despertam uma grande curiosidade.

  • Afonso Cruz
    Ouvi um podcast do Expresso do Autor em que o Afonso Cruz era o convidado. Fiquei completamente encantada com tudo o que foi dito e com as expectativas altas em relação às suas obras. Talvez comece pelo famoso “Para onde Vão os Guarda-Chuvas”. O que é que me recomendam?

 

  • Miguel Sousa Tavares
    Este senhor é filho da Sophia de Mello Breyner, que é uma das minhas autoras preferidas. Querendo ou não, há algo que me atraí para este autor e me faz ter vontade de ler a sua obra. Não vejo a hora de ler “Cebola Crua com Sal e Broa” e também o “Equador”.

 

  • José Luís Peixoto
    A minha curiosidade em relação a este autor deve-se apenas aos títulos tão líricos e enigmáticos das suas obras. “Morreste-me”; “Cemitério dos Pianos” e “Livro” são os títulos que mais me despertam atenção.

 

  • Célia Correia Loureiro
    Toda a gente do booktube falou do “Demência”. A Silvéria até me ofereceu um exemplar (vejam aqui o unboxing!) e eu confesso que tenho muita vontade de ler. Contudo, quero conhecer a escrita da Célia Loureiro Correia não só pelo facto de ter um livro com inúmeras críticas positivas, mas também por a seguir no instagram (@celiacorreialoureiro) e me sentir muito inspirada por toda a sua vibe.

 

  • Isabel Stilwell
    Além de ser uma escritora de romances históricos muito conceituada, também é jornalista. Adoro história, mas ainda não tenho o hábito de ler romances históricos, simplesmente porque não tenho tanto acesso a eles. Porém, já reparei que há alguns livros da autora na biblioteca que frequento, portanto eventualmente vou pegar num deles.

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Vocês conhecem alguns destes autores? Se sim, que livros me recomendam?

Boas leituras!

Livro: A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e um Fósforo, Stieg Larsson

No Verão de 2015, li o livro “Os Homens que Odeiam as Mulheres” de Stieg Larsson. Foi o primeiro thriller que li e fiquei impactada por me cruzar com uma história tão bem elaborada com personagens tão marcantes e bem desenvolvidas. Por muito tempo, incentivei toda a gente que conhecia a dar uma oportunidade ao calhamaço, dando a garantir que iam adorar tanto quanto eu. Sinceramente, não sei de ninguém que tenha lido este livro por minha recomendação. porém isso não me deixa menos motivada a continuar a dizer que “Os Homens que Odeiam as Mulheres” é um thriller que deve ser lido por todos que apreciem o género.

Na altura que terminei o livro, não tive vontade de ler a continuação da saga. Estava ainda apreciar a história e coloquei outras prioridades na minha vida. Quando me lembrava via o filme americano e matava saudades. Fui adiando, até que a minha mãe me ofereceu o segundo volume da saga Millenium: “A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e um Fosforo“.  Confesso que estava apreensiva. É comum continuações de sagas serem monótonas e estragarem a historia principal, porém não foi o caso.

Neste livro temos uma trama interessante e mais uma vez bem construída. As personagens amadureceram imenso e conhecemos melhor a história de vida da enigmática e maravilhosa Lisbeth Salander. Tal como no primeiro livro, temos uma escrita fluída e entusiasmante que nos faz ler 100 páginas de uma vez só sem nos apercebermos.

Contudo, não acho que este livro seja tão bom como o primeiro. Houve momentos repletos de informações desnecessárias que faziam a historia ficar muito enrolada e parada. Basicamente, muita palha e muitas páginas desnecessárias que, apesar de se lerem bem, chateavam um pouco. Se tirássemos umas 100 páginas, o livro seria 5 estrelas.

Em suma, faço um balanço muito positivo. A história manteve-se interessante e com muito conteúdo, assim como as personagens cresceram e mostraram-se outras facetas que não conhecíamos. O final deixou espaço para mais um livro de continuação que com certeza lerei com muita vontade.

 

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Opinião: Para a Minha Irmã, Jodi Picoult

Publicado em 2004, o Para a Minha Irmã foi o primeiro romance que li da Jodi Picoult. Neste livro, conhecemos a Anna, uma adolescente de 13 anos, que vive em função das necessidades da sua irmã Kate, diagnostica com leucemia desde os 4 anos. A trama inicia-se no momento em que a Anna decide lutar pela sua emancipação medica. Ao longo do livro, vamos conhecendo a perspectiva de cada personagem e vai-se tornando cada vez mais difícil formarmos uma opinião sólida acerca de quem está certo e quem não está. Por um lado, a Anna merece ser mais do que a oficial dadora compatível da sua irmã. Por outro lado, são compreensíveis as atitudes destes pais que apenas querem salvar a sua filha.

A história baseia-se neste dilema e nas relações entre os membros da família. A autora transmite-nos muito bem como toda a família vivia em função da Kate e a forma como a Kate lidava com isso. Foi um livro muito honesto com personagens muito humanas, que eu conseguia odiar em certos momentos mas amar em outros.

Confesso que fiquei rendida á Jodi Picoult pela sua escrita e sensibilidade, que conseguiu fazer-me sentir todas as emoções que as personagens sentiam. Além disso, a história é muito bem construída e é evidente o trabalho de pesquisa que a autora fez para abordar temas mais médicos e jurídicos. Pessoalmente, adorei as cenas no tribunal. Achei que deu um tom mais realista ao livro sem aborrecer.

Sendo um livro que me viciou e emocionou em diversos momentos, só poderei avalia-lo com 5 estrelas muito gordas. Tudo neste livro foi bom e eu recomendo muito. Sinceramente, considero que este é um livro para todo o tipo de leitores.

E voçes o que acharam deste livro? Já viram o filme? Eu ainda não, mas pretendo ver o mais depressa possível, até porque tem no elenco a Cameron Diaz.

Beijinhos e boas leituras para todos!